
Você grita o nome dele quando vomita borboletas?
O coração dele também tem seu nome tatuado à mão?
Você se pergunta se ainda vai encontrar alguém como eu?
Quantas vezes seu coração disparou nos últimos dez anos?
Ainda é meu jeito obcecado que te deixa à vontade?
Não importa no que insista em se convencer,
eu ainda sou quem tira o seu sono nessas noites,
nos fins de semana olhando as estrelas no teto,
ouvindo os carros passarem, esperando o telefone tocar.
A anestesia acabou — deixa o pensamento te buscar.
Você sussurra o meu nome quando está com ele?
Eu fui o melhor que você já teve?
Ainda ouve minha playlist quando acorda?
Falta tanto assim pra você entender?
Quando as luzes se apagarem e o amor bater à porta,
qual será o primeiro nome que irá chamar?
De quem vai ser esse espaço ao teu lado,
que você jamais deixou de guardar?
E sim, meu bem, eu sei.
“I know that we’re taking chances
You told me life was a risk
I just have one last question
Will it be my heart
Or will it be his?”
Não tenha medo: abra as janelas pro sol entrar.
Deixa de segredo — me diga o que tem pra falar.
Não importa o tempo, mas não pare pra pensar.
Tira a poeira da sala e me convida pra te visitar.
(08/10/2025)
