Queria eu, hoje, contemplar tua expressão Ao perceber que era sobre questionar a lucidez. Sinto muito ser o mensageiro: nunca foi sobre amor.
Eu escrevi sobre mim — Jamais, e nunca mais, sobre nós. O ego afetou teu julgamento, moça? No que te transformou?
Bloqueia-me do teu ciclo social, Mas não sejas a última a saber: Apagar da memória é enredo de filme, Mas eu não sou ator, e você não é roteirista.
Então finja por mais uma noite, Deite-se na cama e se engane mais. Feche os olhos e se esforce pra que eu suma. “Não tente me esquecer, porque eu não vou deixar.”
Essa será minha última referência Ao nome que escolhi nem mencionar. Mas deixo a mensagem, princesa: A última vez. Meu relógio não marca mais 11:48.
Mas não se preocupe — Teu nome não vai estar vinculado ao meu. Tua imagem permanecerá inabalável, Exceto pela que você deixou no fim.
Corto minha pele com a navalha E escrevo, em sangue e cicatriz, A expressão “nunca mais” — Que é pra me lembrar de esquecer.