Puzzles

The most far that i want to be from you
 is the distance between both of our breathes
 Last year has been such a sad year
 lonely and and frustating without you around
 Those pictures we took seem to talk
 about those great times you were here
 but now everything looks completely messed up
 Life doesn't seem worthy anymore
 I need you to gather all the pieces of me
 Like puzzle that’s been throwed away
 And put me in a frame on your hall
 so i can see you everyday and night
 It hurts to know we're never getting back
 (I miss your smile)
 It hurts to know we'll never get to touch
 (each other's hand)
 Those pictures we took seem to talk
 about those great times you were here
 but now everything looks completely messed up
 Life doesn't seem worthy anymore

 

You Got Me, But I don’t Have You

Tonight is the first anniversary
of the last night I saw you here
it amuses me how much I miss your breath
right here close to my neck

 

As times ticks by i keep on try
to pretend not to listen to anyone around
When they say you don’t miss me anymore
When they say it’s too late for me and you

 

So open your eyes,
(let your hands reach mines)
So don’t go to sleep
(Cause I’ll show up at night)
And tell you everything’s gonna be fine
Things are gonna be right the way they should be
I’ll be right here by your side
I swear I’ll never go away again

 

Everyone keeps telling me to give up
They say you’re better off on your own
but they don’t know what I know
about the girl who makes me want to go on

 

They don’t know what it’s like to be me
To pretend I’m fine all the time
Cause you know me so well
to notice how much i need you around

 

Three days ago I got to the point
where I wanted to burn all the photos
of the times that we can never get back
but i still miss your eyes starring close at mines

 

So open your eyes,
(let your hands reach mines)
So don’t go to sleep
(Cause I’ll show up at night)
And tell you everything’s gonna be fine
Things are gonna be right the way they should be
I’ll be right here by your side
I swear I’ll never go away again

 

Carta para Ninguém

Hoje foi mais um daqueles dias em que eu acordei e olhei pra tela do meu telefone e não tinha o seu “bom dia” esperando eu acordar. Tem uns dias que a gente passa e tá tudo bem, mas tem outros que a vontade é de não acordar, não é? A vontade é de viver em um daqueles sonhos tão frequentes onde você me abraça e diz que vai passar, mas quando eu acordo não passa e você não está aqui. Você até está, mas não como eu queria que estivesse. Você me diz pra desistir, mas desistir de você é como desistir de mim. Na verdade não é desistir de mim, mas desistir da parte de mim que vibrava quando você estava por perto. Aquela noite em que eu saí de casa correndo sem pentear o cabelo, entrei em um Uber e corri em direção à praça pra te encontrar e falar tudo que eu sentira, me deu um frio na barriga, aquela não parecia você quando se recusava a me abraçar. Eu me culpo todos os dias por não ter estado com você quando você precisou, e mais do que isso por não ter lutado mais pra que nunca tivéssemos chegado a isso. Todos os meus dias e minhas noites têm sido lamentáveis desde que você decidiu partir sozinha e eu fiquei aqui, na mesma, do mesmo jeito, olhando para as suas fotos e desejando boa noite toda a noite. Eu mal consigo olhar para os lados sem que uma lágrima caia, e tudo que eu mais queria era me aproximar de você e que você se aproximasse de mim também. Eu abriria mão de tudo, dos meus amigos, das minhas coisas, só pela chance de tentar uma só vez. E eu espero que se algum dia você ler isso, saiba o quão importante você é/foi pra mim. Até a eternidade te amarei e lutarei por você.

M.

Que pessoa foda é você! Serio, se houvesse uma competição de pessoa mais foda do mundo, você ganharia essa competição. E eu não falo só porque sou perdidamente apaixonado por você. Eu não falo só porque seu sorriso me deixa todo derretido por dentro. Eu to falando da sua personalidade, eu to falando de você, e não de como você aparenta para os outros. Você é forte e já passou por tantas coisas sozinha, e ainda assim não tem medo de mostrar seus sentimentos quando pensa que lhe convém. Você é forte demais. Sua vida sempre foi cheia de turbulências e você se manteve bem firme com os pés no chão, mesmo quando todo mundo à sua volta insistia em te tirar dali. Você é determinada e segue sempre o plano, mesmo que vá contra seus instintos às vezes, e isso torna você uma pessoa sólida e racional. O jeito que você ama a leitura e está sempre usando palavras que eu nunca escutei pra saber se são reais ou se está inventando na hora, me deixa encantado e te transforma nesse bomba-cereja intelectual que você é. A forma que você é apaixonada e luta pelo que acredita só diz que você é uma pessoa pura e merece todas as coisas boas que a vida é capaz de te proporcionar. Quando o mundo te virar as costas e você se sentir triste e sozinha, se lembra do quanto você é foda.

¿Qué pasa?

Que pasa…
Con todas las flores del jardín
con los encuentros románticos
Con el brillo en los ojos?

Que pasa…
Con las manos pegadas
Con las frases ensayadas
Con el don del llorar?

Que pasa…
Con los días y las noches
Con los resortes y los inviernos
Con el riesgo que corría?

Que pasa
Con manos temblorosas
Con la ansiedad a verme
Mientras tiene la certeza de la nostalgia?

Todo lo que pasa
Yá pasó

Should we fall together?

Ter o coração partido é mais ou menos a mesma sensação de ralar os joelhos. Quando você ralava os joelhos doía tanto que você ia chorando pros braços da sua mãe, levava dias pra cicatrizar. Nascia uma casca que estava ali só pra te lembrar do quanto aquela queda doeu, e principalmente do quanto você aprendeu, e quando tudo acabava lá estava você, pronto pra cair outra vez, e outra, e outra, até que você tenha seus pés firmes no chão novamente. Sinto pena de quem crê que a graça está no caminhar estável, pois está no atrito entre seus joelhos e o chão, está na dor e no processo de cicatrização. O mais importante é que assim como ralar os joelhos, ter um coração partido te ensina a crescer.

A Garota do Cordão Verde

Eu era uma criança solitária, gostava de ficar no meu canto observando e julgando o mundo ao meu redor, como se eu estivesse dentro de uma bolha de vidro. Muitas vezes tentei ser como os outros garotos, mas eles eram tão diferente, e eles não me queriam por perto. Muitas vezes por querer, muitas vezes por medo dos outros garotos, eu me sentava sozinho, eu ficava sempre sozinho no intervalo do colégio.

Meu primeiro beijo foi um episódio diferente da história da maioria dos garotos da minha idade, e inclusive demorou mais tempo para acontecer do que o dos outros garotos, porque eu não ligava, e porque eu tinha muito medo de ir falar com uma garota. Aconteceu por acaso, eu estava ali sentado e uma garota me chamava atenção, pele clara e cabelos escuros tinha ela, tentei me aproximar mas não tive coragem de ir falar com ela. Dois dias depois ela se sentou do meu lado e começou a puxar assunto, eu com minhas poucas palavras respondia e não sabia como prolongar o assunto, foi quando aconteceu de eu ter meu primeiro beijo.

Aquele momento, assim como aquela garota significavam mais pra mim do que deviam, porque a minha bolha de vidro havia sido quebrada, e meu mundo agora era o mundo lá fora.

O mundo separou nossos destinos e eu pouco ouvia falar sobre ela, diziam que ela tinha se mudado pra bem longe, e eu disfarçando minha frustração por não ter me despedido daquela menina me impedia de sorrir por muitos meses.

Cerca de 5 anos depois eu iria a um encontro de família e amigos da minha mãe, contrariado e sem a menor vontade de sair de casa, sentei-me ao lado da minha irmã mais nova enchi um copo de cerveja e comecei a refletir sobre o quanto minha vida estava turbulenta nos últimos dias, após recentes acontecimentos que estavam me deixando meio depressivo. De repente eu olho para uma aglomeração de pessoas, e no centro o sorriso mais lindo que já vi, e lá estava aquela menina que eu já não via há tantos anos e parecia muito mais linda do que eu me lembrava. Comecei a me coçar de vontade de ir falar com ela, mas eu tinha plena certeza de que mesmo que ela se lembrasse daquele garoto que eu era, as energias seriam diferentes e os assuntos poderiam acabar sendo incompatíveis, levando toda aquela ilusão embora – a qual eu preferia manter. Levantei da mesa onde eu me sentava e subi pra uma área isolada de onde a festa acontecia, e na minha frente ela passou por mim e sorriu pra mim, foi quando eu consegui disparar um “você se lembra de mim?” e ela com um sorriso desconcertado disse sim. Aquela tarde passou tão rápido que logo já era noite e estávamos deitados às bordas da piscina observando o céu (que pra ser sincero não era grande coisa, não haviam estrelas, era tudo pelo momento).

Dentro do que eu sentia, pude perceber uma compatibilidade muito grande e senti que eu precisava muito estar com ela de novo, e dessa vez com menos inocência do que quando se tem 12 anos de idade.

Tive que ir embora e me despedi dela, que ali ficaria até o dia seguinte. Ao chegar em casa, tentei procurar ela em alguma rede social para contar pra ela como eu havia me sentido, mas eu não consegui encontrar em lugar nenhum, era como se houvesse algo me impedindo de chegar até ela, tentei todos os meios possíveis, até que desisti e fui dormir.

Na manhã seguinte, após pouquíssimas horas de sono, eu decidi voltar para aquele lugar pra reencontrar ela e tentar conseguir o numero de celular, eu não iria me conformar de forma alguma em simplesmente não vê-la nunca mais, sentia que o destino estava traçando algo muito forte, algo que às vezes a gente perde sem querer.

Nos falamos por alguns dias, e eu já conformado que nada aconteceria entre a gente, e que o destino poderia na verdade ser uma serie de coincidências, resolvi sair de casa para fazer compras, peguei um caminho diferente do habitual pois havia uma parte escura na praça que eu cruzaria e eu não me senti seguro em passar por ali, então contornei a praça e passei por outra rua, bem perto de chegar em casa. Quando eu estava caminhando olhando pra baixo, eu consegui ver a barra da saia de alguém, e quando fui olhar pro rosto, lá estava ela, perto da minha casa bem na minha frente, aquilo foi como se o destino tivesse me confirmando de que eu devia insistir um pouco mais.

Mas eu faço perguntas ao vento esperando que ele sopre as respostas. Como eu poderia saber quando desistir ou se devo? Como eu devo fazer isso sem me machucar? Eu teria chances algum dia, mesmo que olhando pra ela eu pense mesmo que não?

Espero mesmo que um dia essas respostas sejam respondidas, e desejo que sejam positivas pra eu estar ao lado de alguém que eu quero bem.

A Garota do Colar verde

Eu tenho tanto pra te falar, mas tenho tanto medo quanto certeza de uma resposta fofa e sutil pra esconder o “não” que se espera. Queria segurar sua mão e deitar, olhar o céu. Não queria chegar em você e te dar um beijo igual se faz, queria curtir os momentos, conversar, olhar no olho, rir, te observar enquanto ri, e acabar de encontro com você. Queria estar ouvindo sua voz, e te mostrar o quanto eu queria que cê estivesse aqui agora. Queria te abraçar forte e chorar no seu ombro tudo que tá guardado em mim desde aquele dia em 2008 ou 2009, até o dia que eu te reencontrei. Eu acredito muito em destino, e são tantas coincidências e eu fico confuso entre tentar insistir e correr o risco de te cansar e parecer uma pessoa fútil, e simplesmente desistir e ignorar os sinais, e correr o risco de perder uma das melhores pessoas que o universo poderia colocar no meu caminho. Eu tô triste, tô sentindo aquelas bad que vem do nada, e tudo que eu consigo pensar é em você, seu nome e a tua voz. Te desejo tudo de bom.

Procura-se

Sua voz eu nunca mais ouvi

Ou será que depois de tantos meses fingindo e mentindo

Eu finalmente enlouqueci?

 

Lembro quando pude ver seus olhos de perto

Será que ainda se lembra

Que a gente pretendia que fosse eterno

 

Sua respiração me traz paz

Mas é tão cedo agora

Me dia agora, porque é que já se vais?

 

Eu vivo uma história mal escrita

Por ora rabiscada, remendada.

Por que ainda não me tirastes da tua vida?

Se já se fostes sem deixar nada

 

Não estranha meu sumiço

E perdoa pelo jeito

Não era intenção o desperdício

De uma história que já fora perfeito

Sem Saída

Seria fácil aprender com a vida. Seria fácil seguir nessa estrada sem olhar pra trás. Mas toda vez que caminho até quase enxergar o fim da estrada, em meio à neblina vejo os faróis dos olhos teus se aproximando, e como um cargueiro desgovernado você me atropela e me deixa em coma até me levantar e seguir novamente. Já tentei virar em outras esquinas, já peguei carona em outros motores, mas só você sabe o caminho até aonde deveríamos ir. Se você já não é mais a mesma, como posso eu estar perdido em uma estrada tão fria sem nunca me encontrar sem ti? Se não é pra nos dirigirmos juntos a um destino incerto mas só nosso, porque é que a vida não me deixa mudar meu trajeto? Sempre que estou longe demais, lá está você, talvez pelo fato de eu ter te mandado pra longe, e talvez pelo fato de que você quisesse fugir pra nunca mais nos cruzarmos. Quem saberia nos dizer se o destino nos trará diferentes destinos de fato?